anesi.info Lifestyle CHAMAS NA ESCURIDAO PDF

Chamas na escuridao pdf

Wednesday, April 10, 2019 admin Comments(0)

Uma única imagem não deveria levar um homem à loucura. Mas, felizmente para nós, está acontecendo em Curvy! Publicada por Romances Online PDF à(s) . pela galáxia e depois disso chegamos a uma escuridão total. Um medo súbito .. dizer: "Eu vos batizarei com chamas de fogo resplandecente." Eu Senti como . September 13, | Author: Carol Fonseca | Category: Dragon, Purgatory, Satanism, Sacrifice, Immortality. DOWNLOAD PDF - MB. Share Embed Donate.


Author: DOTTY THELMON
Language: English, Spanish, Dutch
Country: Australia
Genre: Lifestyle
Pages: 749
Published (Last): 15.08.2016
ISBN: 231-1-78192-180-4
ePub File Size: 17.35 MB
PDF File Size: 11.39 MB
Distribution: Free* [*Regsitration Required]
Downloads: 37344
Uploaded by: MONSERRATE

livro chamas da escuridao pdf. Quote. Postby Just» Tue Aug 28, am. Looking for livro chamas da escuridao pdf. Will be grateful for any help! Top. Baixe no formato PDF, TXT ou leia online no Scribd de esperança (PtPt) ( Revisar)doc Nora-RobertsCorações-IrlandesesAlmas-em-Chamas. Alexandra Ivy - Guardioes Da Noite IV - ESCURIDAO anesi.info Alexandra Ivy - Guardioes Ann Charlton - NOVEMBRO EM anesi.info Ann Cory.

Doreen bateu na porta verde com a aldrava dourada. Carta De Referncia Especial. Professora sim. Convite Para Uma Exposio. Por que os homens mentem e as mulheres choram. Recebimento de dito pendente. Dispersos [Poesia.

Isso foi parte de uma farra de compras que tive, usando o dinheiro da minha bolsa de estudos, quando soube que fui uma das escolhidas a ir a Nova Iorque. A cidade havia apagado o meu bronzeado. Eu sabia perfeitamente bem que ele vinha por Doreen. Eu tenho alguns amigos esperando. A gargalhada devia ter me avisado. Acredito que ele estava sorrindo por todo o tempo.

Devia ser natural para ele, sorrir daquela forma. Ela devia estar refletindo os neons ao redor do bar. Eu senti ser engolida pelas sombras como a parte negativa de uma pessoa que nunca vi antes em minha vida. Pedir bebidas sempre me confundia. O homem me olhou de perto. Meu sonho era de um dia pedir uma bebida e descobrir que ela tinha um gosto maravilhoso.

As bebidas chegaram, e a minha parecia clara e pura, como no comercial. Eu sou famoso pra cacete. Ela sentou ali, morena como uma negra de cabelos loiros em seu vestido branco, bebendo pequenos goles de sua bebida. Preto ou cinza ou marrom, tudo bem. Azul me fazia rir. Esses dois pareciam conhecer um ao outro por anos. Doreen ria e continuava pegar as frutas.

Eu comecei a pensar que vodca era, por fim, a minha bebida. Lenny fez um sinal para o manso focinho cinza e para as orelhas duras de uma lebre. Grandes gotas escorriam pelo copo como suor e os cubos de gelo tilintavam enquanto ele nos passava a bebida. Eu chamarei um amigo. Lenny pareceu aliviado. Minha bebida estava aguada e deprimente.

Eu me senti encolher a ponto de ser um pontinho negro contra todos aqueles tapetes vermelhos e brancos e toda aquela madeira. Eu me sentei. Andar nunca me foi um problema. O lobby estava vazio exceto pelo recepcionista noturno que cochilava em sua cabine iluminada, entre chaveiros e telefones silenciosos. Era somente eu, claro. Eu fiquei horrorizada em ver como eu parecia enrugada e acabada. Entrei no meu quarto.

Eu deixei escapar uma risada curta e seca. Eu poderia imaginar o tipo de tradutor que a Sra. Willard me apresentaria sendo que ela sempre quis que eu me casasse com Buddy, que estava sendo tratado de uma tuberculose em algum lugar ao norte do estado de Nova Iorque. Eu decidi tomar um banho quente. Eu disse a mim mesma: Todo aquele licor e beijos pegajosos que vi e a sujeira que se impregnou em minha pele no caminho de volta se tornam algo puro. Senti raiva por Doreen ter me acordado.

Toda a chance de acabar com esta noite triste era tendo um bom sono, e ela tinha que me acordar e destruir isso. Eu abri a porta e fui iluminada pelo corredor claro.

Ela era muito pesada para que eu a movesse ao longo do corredor. De repente Doreen ficou mais pesada. Eu recuei. Eu me sentia meio adormecida. Era com Betsy que eu tinha verdadeiras afinidades. Antes de ir para Nova Iorque, eu nunca havia comido fora em um restaurante apropriado. Quase todo mundo que eu conheci em Nova Iorque estava numa dieta. Doreen estava passando o dia com Lenny Shepherd. Ela passava a maior parte de seu tempo livre com Lenny Shepherd, por agora.

Uma das travessas estava estrategicamente entre minha cadeira e a cadeira vazia de Doreen. O poeta fez o comer salada com seus dedos parecer totalmente natural e sensato.

O Poder da Humildade

Quando terminei meu primeiro prato de frios de frango e caviar, eu me servi novamente. Aquele molho encheu-me de nostalgia de casa. E claro, ela vestia um cachecol que parecia ser caro, feito com uma cauda peluda, presa num canto por uma corrente brilhante pendente. Eu nunca entendi Hilda, de verdade. Eu me senti muito amainada.

Eu nunca me importei com peles. Isso me deixou triste e cansada. Eu encarei o telefone por um minuto. Eu levantei o fone e falei com uma voz rouca e receptiva.

Eu senti um grande impacto, ouvir a mim mesma dizer aquilo, porque no minuto em que disse aquilo, eu sabia que era verdade. Eu tinha meios de convencer a inspetora de classe a permitir que eu fizesse coisas irregulares. Ela me considerava um experimento interessante.

Este livro tinha sido escrito pelo Sr. Eu ouvi Sr. Eu falharia. Manzi estava totalmente de acordo com meu plano. Eles tomaram isso como um passo para minha maturidade intelectual.

Eu tinha que rir toda vez quando eu pensava nisso pelo resto do ano. Enquanto ela falava comigo, eu visualizava um Sr. Manzi morrer de rir. Eu me senti mal pelo Sr. Eu senti que deveria me ajoelhar diante dele e pedir desculpas por ser uma grande mentirosa. Assim eu saberia o que fazer. Eu pensei no longo caminho que eu havia percorrido. Era um costume de minha faculdade, me contou a mocinha sardenta no Departamento de Bolsas de Estudo, escrever para a pessoa que garantia sua bolsa, se ainda estivesse viva, e a agradecer por isso.

Eu li um dos livros da Sra. Rollmop numa isolada fazenda do interior? Foi onde vi meu primeiro vaso de lavanda. O filme era bem ruim. Era um romance no mundo do futebol americano e era em Technicolor. Eu odeio Technicolor. Nesse momento eu comecei a me sentir estranha. Betsy parecia assustada. O corado de suas bochechas havia sumido e seu rosto apagado flutuava em minha frente, verde e suado.

Para nossa sorte, era uma hora tranquila do dia. Mas no minuto em que fechei a porta, tirei a roupa e me pus na cama, me senti pior que nunca. Ela poderia simplesmente virar o corredor e encontrar outro banheiro, da forma que fiz e me deixar em paz. Mas a pessoa continuou a bater e a implorar para que eu a deixasse entrar e eu pensei reconhecer vagamente aquela voz.

Soava um pouco como a voz de Emily Ann Offenbach. Minhas palavras eram vomitadas espessas como melado. Eu ouvia com interesse. Eu deduzi que ela devia ser a dona dos sapatos pretos. Uma porta foi aberta ao longe, e ouviu-se vozes e gemidos, e a porta voltou a se fechar. Eu nunca vi algo assim. O travesseiro estalou como um amontoado de palha. Parecia que minha boca era feita de areia.

Eu me senti expurgada, sagrada e pronta para uma nova vida. Foi a carne de siri. Eu vi as delicadas patas de caranguejo rosa-mosqueadas sobressaindo de forma sedutora da camada de maionese e a suave banda amarela do abacate cercada pela sua pele verde-crocodilo, sustentando todo o desastre. Era bom ter Doreen de volta. Eu pude ouvir o farfalhar por um minuto e depois o som do papel rasgando.

Aos poucos eu despertei do fundo do meu sono negro. Eu nunca acreditei que a Sra. Willard fosse capaz de me apresentar a um homem chamado Constantin.

Eu colecionava homens com nomes interessantes. Willard fazia esses tipos de acordos em abrir sua casa para estrangeiros e quando ia para o exterior eles faziam o mesmo com ela. Agora eu via claramente que Sra. Eu tentei levantar meu moral. Willard seria baixo e feio e eu terminaria o menosprezando, assim como eu acabei fazendo com Buddy Willard.

Quando eu cheguei ao Amazon pela primeira vez, um homem nanico e careca metido num uniforme do hotel carregou minha mala para o elevador e abriu o quarto para mim. Claro que eu corri imediatamente para a janela, para ver como era a paisagem dali. Eu poderia carregar aquela mala para meu quarto muito bem sozinha, o homem que parecia ansioso em fazer aquilo, por isso deixei que o fizesse.

Eu odeio dar dinheiro para as pessoas fazerem aquilo que eu poderia fazer facilmente sozinha, me deixa nervosa. Eu peguei o livro que o pessoal do Dia das Senhoritas havia me mandado. Eu queria me arrastar entre aquelas linhas negras de tinta, como se arrasta por uma cerca, e dormir debaixo daquela linda e grande figueira verde. Era uma melodia muito distinta da qual Buddy Willard havia cantado pelos dois anos que tivemos para nos conhecer. Eu creio que um bom poema dura mais que cem dessas pessoas juntas.

Meu problema era ter tudo o que Buddy Willard dizia como a verdade divina. Eu me lembro da noite em ele me deu o primeiro beijo. Foi estranha a forma como Buddy havia me convidado para aquele baile. Eu vim aqui para o baile do segundo ano com Joan. Joan Gilling era de nossa cidade natal, ia a nossa igreja e era um ano adiantado de mim na faculdade. E ela era grande como um cavalo. Eu comecei a pensar que Buddy tinha um grande mau gosto. Peculiarmente, as coisas mudaram no alojamento depois disso.

Bom, durante todo o baile Buddy me tratou como uma amiga ou uma prima. Enquanto me beijava, mantive meus olhos abertos e tentei memorizar a imagem das luzes das casas, para que eu nunca esquecesse delas. Finalmente Buddy recuou.

Eles tinham a pele enrijecida, como couro de cor roxa e exalavam o cheiro de velhas jarras de picles. Eu estava muito orgulhosa de como eu encarava aquelas coisas medonhas de forma calma. Eu lembro de um slide ter mostrado uma linda garota sorridente com uma pinta preta na bochecha.

Eu pensei que aquilo seria um tipo de droga que somente um homem poderia inventar.

Na escuridao pdf chamas

Foi ideia de Buddy. Tudo o que eu ouvi, na verdade, era sobre como Buddy era fino e limpo e como ele era o tipo de pessoa para qual uma garota deveria se manter limpa e fina. Eu bebi o resto do Dubonnet e me sentei de pernas cruzadas no extremo da cama de Buddy e o pedi um pente. Depois disso, algo em mim simplesmente se congelou. Ele estava sempre citando o que ela dizia sobre o relacionamento entre um homem e uma mulher, e eu sabia que a Sra. Assim como pensei, Buddy ficou envergonhado. E ele nem teve que pagar por um selo.

Era realmente Buddy. Eu comecei pela cozinha. Tinham um sabor diferente, e quando a perguntei se ela havia posto algo extra, ela disse queijo e sal de ervas.

O problema era que eu odiava a ideia de servir homens em qualquer forma. Minha lista ficava maior. Da ponta de cada ramo, como um figo roxo e grande, um maravilhoso futuro acenava e piscava. O restaurante que Constantin me levou tinha cheiro de ervas e tempero e sour cream.

Todo o tempo em que estive em Nova Iorque eu nunca tinha encontrado um restaurante assim. A prostituta que passara a noite com Eric nem ao menos tirou seu vestido. Constantin parecia ser maduro e atencioso, de todas as formas.

Willard me apresentou, como se ela fosse, indiretamente, culpada disso. Quando Constantin perguntou se eu gostaria de subir ao seu apartamento para ouvir uns discos de balalaica, eu sorri para mim mesma. Eu me senti comovida e perfeitamente certa do que eu estava prestes a fazer. Eu pensava que sentiria o mesmo se eu fosse visitar alguma vez a Europa.

Eu chegaria em casa, e se eu olhasse de perto no espelho, eu seria capaz de distinguir pequenos Alpes brancos no fundo de meus olhos. Entrei descuidadamente no quarto e me agachei para tirar meus sapatos. Eu me estirei e fechei meus olhos. Eu olhei para ele secretamente por debaixo de uma mecha de cabelo. As mangas brancas engomadas de sua camisa, dobradas nos cotovelos, cintilavam estranhamente na penumbra e sua pele bronzeada parecia quase negra.

A mesma coisa aconteceria de novo e de novo: Eu acordei com o som da chuva. Estava um breu. Um olho verde reluziu ao meu lado, na cama. Era dividido em quatro partes como um compasso. Por alguns minutos me inclinei sobre ele, estudando-o. Eu nunca havia adormecido ao lado de um homem antes. Eu tentei imaginar como seria se Constantin fosse meu marido. Uma vez quando visitei Buddy eu encontrei a Sra.

Constantin se sentou, bocejando. Eu tenho que estar no trabalho assim que me levantar. Me fazia me sentir sonolenta e cheia de paz. Uma hora depois eu deitei na minha cama de hotel, ouvindo a chuva.

A cada vez que chovia a antiga perna quebrada parecia reviver, e o que relembrava era uma ferida apagada. Primeiro Sr. Willard dirigiu e logo eu dirigi. Eu estava tentada a dizer ao Sr. Willard de ir adiante, que eu pegaria uma carona para casa. Mas uma olhada no rosto de Sr. Willard me olhou amavelmente. Willard ia anunciar que a Sra.

Willard deve ter pensado que eu chorava por estar muito feliz por ele querer ser um pai para mim. Depois de um tempo eu percebi um barulho artificioso e gotejante. Uma campainha soou. Portas abriram e fecharam ao longe.

Eu o cumprimentei. Mas toda a concavidade de Buddy de repente tornou-se convexa. Os olhos de Buddy encontraram os meus. Eu tinha pensado que Sr. Willard ia passar a noite para me levar de volta no dia seguinte. Eu senti como se o Sr. Willard tivesse me abandonado. Willard nunca havia estado doente por um dia de sua vida.

Eu me sentei na cama de Buddy. Depois me passou uma revista fina e cinza. Eu pulei de imagem em imagem sobre as lanternas de papel e palmeiras verde mar e conchas com vincos, como parte da arquitetura grega.

Buddy se sentou ao meu lado. Buddy Willard?

livro chamas da escuridao pdf

Buddy me viu hesitar. Um ano a partir desta primavera, no mais tardar Estou decidida. O sorriso de Buddy se apagou um pouco.

Eu voarei de um lado para o outro entre uma coisa ou outra pelo resto dos meus dias. Eu nunca havia esquiado antes. Ainda assim, eu pensei que eu poderia aproveitar a vista enquanto eu tinha a chance.

Gazing down on the Jungfrau From our chalet for two Buddy parecia satisfeito com meu progresso. Todas aquelas pessoas que desceram do topo sabiam ziguezaguear. Eu fui montanha abaixo. Meus dentes mascaram um bocado de cascalho. A cerca de madeira se apoiava as minhas costas. Verde bile. Estavam promovendo para o outono, e somente Hilda, como de costume, levava um semestre adiante. Hilda se moveu como um manequim por todo o percurso. Bom, a voz de Hilda soava exatamente como a voz daquele dybbuk.

Deveria ser algo que mostrasse o que inspirava poemas. Infladas nuvens teatrais deslizavam da direita para a esquerda. Eu senti que era muito importante manter a linha da minha boca nivelada.

Parecia ferido e inchado e coberto de cores feias. E em um ano Mas eu desisti disso. Elas pareciam ter identidades diferentes e obstinadas em si que se recusavam a ser lavadas e dobradas e guardadas.

Eu usarei isso. Doreen bateu na porta verde com a aldrava dourada.

Eu pensei que poderia ser a pessoa que Lenny conhecia. Logo a luz se retraiu em si mesma, como deixando uma gota de orvalho num campo de ouro. Uma marca de dedo se arroxeou visivelmente. Marco olhou para mim. Eu nunca tinha conhecido um odiador de mulheres antes.

Eu nunca tinha experimentado um daiquiri antes. Sua cara, com suas sombras exageradas e planos de luz, parecia alienada, estrangeira e aflita, como a de um refugiado. Eu o olhava. Lama se comprimia por entre meus dedos. Eu comecei a me contorcer e a morder. Marco me prensava contra a terra. Ele virou-se, procurando o ferimento. Marco se sentou. Eu comecei a chorar. Negrume, como tinta, se espalhou por todo o pano branco.

Eu quero ir para casa. Olhe nos assentos traseiros de todos os carros. Eu comecei a andar. Uma brisa forte levantou o meu cabelo. Eu segurei o trapo de pano que havia trago e o estirei de uma cauda alva. A brisa a tomou, e deixei ir. Eu me perguntei em que rua ou telhado ele iria descansar.

Eu olhei para baixo, para minha saia e blusa nova. Um reflexo abatido de mim mesma, com asas brancas, rabo-de-cavalo castanho e todo o resto, reverberou como um fantasma sobre a paisagem. Uma mulher no banco oposto levantou os olhos por cima de sua revista. Muitas outras pessoas pareciam mais estranhas que eu. Os abacates estavam verdes, para que se conservassem bem, e cada vez que eu levantava ou descia minha mala ou simplesmente quando a carregava, eles eram atirados de um lado para o outro com seu estrondo particular.

Minha mala retumbou e chocou-se enquanto eu atravessava o longo corredor. O estofamento parecia escorregadio e limpo. O carro ronronou, ganhando vida. Agora eu via isso cambalear e se dissolver, e um corpo numa blusa branca e numa saia verde despencava lacuna adentro. Eu tinha esperado por isso. Eu me encolhi de forma furtiva, meu nariz se nivelou com a borda da janela, e assisti as casas externas de Boston deslizarem.

Com as casas tornando-se mais familiares, mais eu continuava me encolhendo. Sol se infiltrava pelas persianas, enchendo o quarto com uma luz sulfurosa. Eu escorreguei para fora da cama, direto para o tapete, e silenciosamente, de gatinhas, me arrastei para ver quem era. Isso ficou claro para mim por conta de nossa vizinha do lado, uma mulher maliciosa chamada Sra.

Um sorriso sereno, quase religioso, estava aceso no rosto da mulher. Eu conhecia bem a mulher. Era Dodo Conway. Ela tinha um desconto do leiteiro local.

Ela parecia fazer isso pelo meu bem. Depois de um tempo ouvi o telefone tocar na entrada de casa, no andar de baixo. Eu apertei o travesseiro contra meus ouvidos e me dei cinco minutos. O telefone tinha parado de tocar. Eu levantei o fone. Jody queria saber quando elas podiam esperar por mim.

Fale com ela. Isso acertaria as contas com muitas pessoas. Ela se chamaria Elaine. Eu contei as letras em meus dedos. Eu me reclinei e li o que tinha escrito. Ela somente concordava comigo gentilmente, como uma pessoa inteligente e madura age com outra.

Como eu podia competir com esse tipo de coisa? Eu ouvi o crepitar de suas roupas assim que ela se despiu. Ela subiu em sua cama. Depois pensei em trancar a faculdade por um ano e aprender artesanato. O quarto tornou-se azul aos meus olhos, e me perguntei onde a noite tinha ido. Elas me mostravam a tela vermelha e crua de seus pequenos vasos, como uma ferida.

Teria que pesar mais ou menos uma tonelada para me fazer dormir. Talvez fosse um pub em Dublin. Eu contei as letras. Havia exatamente cem. Eu pensei que isso podia ser importante. Por que devia ter cem letras? Titubeantemente, eu tentei falar em voz alta. As letras se tornaram farpadas e afiadas como chifres de um carneiro. Eu decidi descartar minha tese. Eu tinha tanta liberdade que passei maior parte do tempo estudando Dylan Thomas.

Era ainda pior.

A Redoma de Vidro - Sylvia Plath - Free Download PDF

Isso me surpreendeu. Eu vi que eles nem ao menos me deixariam passar pela porta, quanto mais me darem uma farta bolsa de estudo como a que eu tinha em minha faculdade. Eu achei melhor trabalhar por um ano e refletir um pouco as coisas.

Eu gostava de Teresa. Ela tinha um toque gentil e intuitivo. Eu achava que devia ser porque ela era italiana. Houve uma pequena pausa. O ar condicionado me fez tremer. Eu ainda estava vestindo a blusa branca de Betsy e a saia de dirndl.

Parecia idiota lavar um dia quando teria que lavar novamente no dia seguinte. Doutor Gordon esperou. Eu o odiei no minuto em que passei pela porta. E assim, eu pensava, ele me ajudaria, passo a passo, a ser eu mesma novamente. Doutor Gordon tinha uma fotografia em sua mesa, numa moldura prateada, que encarava metade ele e metade minha cadeira de couro. O que eu achava estar errado? Nossa, elas eram um grupo de garotas lindas. Eu a abri e puxei de volta com uma batida seca.

Eu pensava que se um dia fosse a Chicago, eu poderia mudar para sempre meu nome para Elly Higginbottom. Em Chicago, as pessoas me aceitariam pelo o que eu era. Pessoas me amariam pela minha natureza doce e quieta. Se tivesse alguma chance de eu me permitir isso. Era a frase mais longa que eu havia dito, e ele parecia ter ficado surpreso. O marinheiro me deu um largo sorriso. Depois ele olhou rapidamente da esquerda para a direita. Fitei a mulher se afastando com um olhar vingativo.

Eu escavei em minha bolsa e achei os restos da minha carta a Doreen. Eu pensei que ele a diria que eu devia ficar trancada.

Lista Do Conteúdo - 13.000 Livros de 3.500 Autores

Depois assisti ela se tornar maior e maior enquanto voltava para o carro. Ela ligou o carro. Eu pensei que ela estava mentindo. Eu quebrei a casca do amendoim do pacote de dez centavos que comprei para alimentar os pombos, e o comi. Eu senti que ele tinha algo importante para me dizer, e o que fosse, estava escrito em sua cara.

Pollucci estava no parapeito, ou o que o Sgto. Eu fechei o jornal e o encaixei entre as ripas do banco do parque. Tudo o que eu via parecia ser brilhante e extremamente pequeno. Eu tentei imaginar como eles procediam. Eles devem ter uma faca extremamente afiada. Eu pensei que podia ficar no parque por toda a noite.

Uma enfermeira nos recebeu na porta. No topo da escada, o carpete de cor granada terminava. Enquanto eu seguia o doutor Gordon, uma porta se abriu em algum lugar ao longe, e ouvi uma mulher berrando.

Escuridao pdf na chamas

Doutor Gordon recuou, e eu me apoiei contra a parede. Eu me deitei na cama. A enfermeira vesga retornou. Doutor Gordon tinha destrancado o closet. O Mago celebra Moloch e termina da maneira tradicional! Proclame o seguinte: Ad Majorem Azerate Gloriam! Ave Beelzebuth!

Ave Belial! Ave Leviathan! Preencham nossas almas com as energias destrutivas da Torre do Niilismo e destruam todos os escravos da luz que se atrevam a ficar em nossos caminhos! Despertem agora de seu sono sombrio e tornem-se unos com os fogos negros do caos que queimam no fundo de nossas almas! Ritual do Pentagrama 1. Toca a ponta do punhal em sua virilha exclamando: Toca a ponta do punhal no seu ombro esquerdo exclamando: Finalmente, toca a ponta do punhal em seu ombro direito exclamando: Finalmente, o mago volta-se ao altar e com seus olhos fechados, visualiza de maneira compenetrada e forte, os quatro pentagramas em chamas ao seu redor enquanto exclama: A minha esquerda: A minha direita: Ao meu redor queimam-se os quatro pentagramas que simbolizam os quatro tronos negros!

O mago abre os olhos e toca com a ponta do punhal na testa exclamando: O mago toca com a ponta do punhal na virilha exclamando: O mago toca com a ponta do punhal no ombro esquerdo exclamando: Finalmente, o mago toca com a ponta do punhal no ombro direito exclamando: Vocamus Te Aeshma-Diva! Beelzebuth - Magoa - Azazel. Belial - Egym - Mahazael. Leviathan - Paymon - Azael. Hydra grego: Azi Dahaka Persa: Typhon grego: Python Romana: Leviathan hebraico: Tehom hebraico: Tanin'iver hebraico: Taninsam hebraico: Ashmoug persa: Rahab hebraico: Rahu hindu: Zohak persa: Dahak persa: Lotan Cananeu: Lotan representa os oceanos de Ur; Jam Cananeu: Os sete centros de poder do organismo 1.

Depois de feito, queimar ambos os selos juntos e desencadear o poder de impulsionar as energias. Essas energias circulam entre o sacerdote e a sacerdotisa ao longo do ritual aumentando o poder no decorrer do tempo.

O mago acende a luz e deixa-a queimar. O sangue menstrual desempenha um importante papel na magia negra e de maior valor ainda na magia sexual, onde atua como amplificador das energias sinistras. Como mencionado anteriormente, os poderes das Deusas Sombrias como: Nefilim, Rafaim, Anakim, Amalequitas e Geburim.

Invocamos Moloch! Invocamos Beelzebuth! Invocamos Lucifuge Rofocale! Invocamos Astaroth! Invocamos Asmodeus! Invocamos Belfegor!

Invocamos Baal! Invocamos Adramelek! Invocamos Lilith! Invocamos Naamah! Apelamos ao Chaos! Pode ensinar ao mago rituais de morte e necromancia proibidos. Temphioth domina todos os desejos infernais e tem a capacidade de "domesticar os animais selvagens". O Tetraedro O tetraedro representa nossa causalidade, tempo e universo espacial acoplado.

Desenhe o pentagrama sobre o tetraedro. Dessa forma, o mago torna-se o quinto elemento e manifesta seu desejo em todos os planos. Salve Chaosophia! Nota do tradutor: Adaga - Invadir, separar os assuntos, abrir, destruir, dominar, dissolver. Varinha -Ditar, transmitir, alterar, renovar, dissolver, proclamar. Vedar-Gal Tiekals Somdus Azerate! Vibarlal Dendas Tnasod Beelzebuth!